terça-feira, 3 de setembro de 2013

O que falar de nossa atual Caém

FOTO: Flávio Cajado


Saudades de falar à Caém. Culpa das ocupações e sensibilidade de quem vos fala, em entender que é sempre bom dá tempo aos seus leitores. Evita-se o enjoo.

Temos bons ventos em nossa terra, naturalmente como sempre ocorre nos inicios das gestões. Venho interagindo, como de costume, com muitos diferentes de mim e sempre ouço boas novas, típicas das novas ideias, do jeitinho que nossa Caém merece. Quando o silencio flutua, é sinal bom, típico do controle. Como um bom vaqueiro domando um cavalo arredio, somente pelas suas rédeas.

Falando de controle, a pauta das conversas políticas atuais é atribuir ao nosso novo prefeito uma ímpar inteligência – “como ele é esperto Rafael!” Me dirigem tanto os “oposicionistas”, que sempre torceram o nariz, quanto os que se dizem da situação, mas que depositam, disfarçadamente, é claro, desconfiança no líder –. Não penso assim, me desculpem, não é porque desacreditamos integralmente ou em parte ao que foi proposto por Arnaldinho em tempos de campanha, e até em sua trajetória política, que tenhamos de descaracterizar um bom início de governo. Não tenho problema em ressaltar que a faixa inaugurativa agrada, nem foi feito tanto, nem é humano fazer algo grande em apenas oito meses de administração, entretanto, a boa postura adotada por um representante político, quando observa um município ou entidade como uma empresa que precisa crescer e obter lucros, me alegra.

Esperamos que a seriedade vire obstinação, e o estilo improdutivo, que sempre dominou e em nada pôde colaborar com nossa terra, por quase cinco décadas, com breves exceções, sirva de aprendizado para esta nova gestão. Sabemos o quanto e para quantos essas novas ações são capazes de incomodar. Como entender a cabeça dos que insistem em torcer contra, quando o progresso de nossa velha terra é o nosso próprio progresso?

Por isto, entre muitas outras variáveis, devemos, enquanto cidadãos e, assim, detentores da observação contínua de nossa Caém, lutar contra tudo que arda negativo, incentivar o que é feito de boa fé e minar quem/o que sempre tenta destruir, em detrimento de recompensas pessoais.


Antes que o coro da discórdia se prolifere, me antecipo: se hoje venho a agir com concordância, é, sob a minha opinião, pela certa sensibilidade com vem sendo conduzida a atual administração, porém, quando o errado, através das más decisões, teimar em aparecer no mirante de nossa prefeitura, a cobrança firme, pelo menos de minha parte, também se apresentará. 



Rafael Muricy tem 27 anos, nasceu em Caém, é Consultor em gestão pública e blogueiro dos Portais PolitiCaém e ElefanteVerde SalvadorDiscute política no contexto social.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Brasileiros X brasileiros



Como é minúsculo o poder das instituições, comparado ao das massas mobilizadas. A observar o quanto estas manifestações, alimentadas pelo vigor de uma geração pré-caracterizada pela passividade, reproduzem sua insatisfação com tudo, podemos atentar-nos para nossa realidade, nossa vida, nossos problemas e soluções.


Por algum razoável tempo nos declinamos, apenas, às causas individuais, exclusivamente às que incomodam nosso convívio íntimo familiar. Avistamos insurreições mundo afora com o ar de inveja, de acomodação. Pois sim, em algum momento a nação plural, tracejada pelas imunidades político-sociais acordaria. E de fato acordamos. Inicialmente sob a narração fascista de muitos jornalistas e cientistas políticos “independentes” – como um certo Marco Antônio Villa, historiador paulista e colunista da soteropolitana Rádio Metrópole, quando descreveu, logo de inicio,  em um de seus comentários a conceituada rádio, o movimento e os manifestantes como “criadores de problemas e grupelhos de extrema esquerda”, respectivamente (OUVIR COMENTÁRIO) – tentando a todo custo enfraquecer e diminuir os embaraços sofridos pela multidão, despejada, a priori, nas ruas de São Paulo.

Essa nossa mídia, e muitos de seus intelectuais, como o supracitado Villa, – rodeada de interesses e acordos –  foi vencida pela real democracia da internet. A espontaneidade disseminadora foi sagaz, pura, agindo como imã nas ruas.

Daí, defronte aos fatos, fotos e gritos das multidões cada vez maiores, atropelando suas ideologias (se é que existem) e/ou personalidades, todos se debruçaram em favor do povo, cuspindo exaltantes comentários, iluminados pela febre do populismo. Caracterizaram o NOVO lado da imprensa do Brasil, como o novo relato do mesmo Villa, apenas ao caminhar oito dias do desaforo supracitado e assinado pelo próprio (OUVIR COMENTÁRIO).

“O povo acordou”! Bradam – Incrível a diversidade de interpretações que os interessados diretamente têm, mediante o encontro desses interesses (totalmente individualistas).

Em suma, o que vale realmente é sabermos induzir uns aos outros à direção dum futuro próximo digno, como simples cidadãos brasileiros, sem precisar maquiar um patriotismo que, por si só, não condiz com os exageros artificiais, contextualizados, fria e cinicamente, pela hipocrisia burguesa e seus pariceiros. É difícil, mas vale muito a pena romper os inúmeros obstáculos – principalmente os camuflados –, nos reconhecer como humildes integrantes de um coletivo e seguir o caminho da integração mútua nas ruas.

Todos nós temos missões individuais, porém, elas só se concretizarão com a luta unificada de todos os verdadeiros brasileiros.




Rafael Muricy tem 27 anos, nasceu em Caém, é Consultor em gestão pública e Blogueiro dos Portais PolitiCaém e ElefanteVerde Salvador.
rafaelmuricy@rocketmail.com


sexta-feira, 31 de maio de 2013

“Arraiá do Papagaio” no Sítio do Papagaio






Junho, o mês dos nordestinos, o mês do nosso, por alguns anos esquecido, São pedro volta a despertar expectativa e ansiedade de todos os filhos da terra das flores. Este ano os caenenses vivenciarão novamente, um dos maiores símbolos culturais de sua terra, um enxague de alegria a quem tem o trabalho árduo como tarefa diária, nos 365 dias do ano. Nosso São Pedro voltou...

A pouco foi lançada, de forma profissional e organizada, como deve ser, a tradicional festa junina de Caém. A nova administração caenense vingou o planejamento estratégico e sua força de vontade para reconstruir uma festa que muitos já não acreditavam em ressurgir. O empenho, a dedicação, a audição e o respeito ao legado São Pedrense, tenho certeza, foram locomotivas para esta ressurreição cultural.

A observar os instintos do evento, me permito expor uma grata surpresa, o tema da festa: “ARRAIÁ DO PAPAGAIO”. Grande escolha! Durante quase 20 São Pedros organizados em nossa terra, os mesmos foram alternados por temas divergentes, nada tradicionais, desvinculados totalmente do contexto histórico-cultural caenense. Agora vejo que 2013 veio para desbancar essa insensibilidade quase que perene; o outrora Sítio do Papagaio, precursor da "Nossa Metrópole", merecidamente é lembrado e homenageado – Espero que se torne permanente e, independente do prefeito ou grupo político, a feliz denominação Arraiá do Papagaio se perpetue.

Nos resta, agora, torcer e fazer acontecer o sucesso, esbaldar-nos de confraternização nos reencontros tradicionais e mostrar mais uma vez, através de nossa alegria contagiante, como se faz o melhor São Pedro do Brasil.

Entre várias discordâncias que existem e deverão existir, desta vez me prendo aos elogios ao prefeito e sua equipe, mostrou que mesmo em paralelo às dificuldades – utilizadas como pretexto e mastigadas exageradamente pela gestão anterior, aonde tentaram (sem êxito) maquiar e/ou omitir a falta de projeto, criatividade e planejamento – é possível proporcionar clássicos momentos de visibilidade à Caém, renda aos caenenses e lazer e alegria à todos.








Rafael Muricy tem 27 anos, nasceu em Caém, é consultor em gestão pública, blogueiro do PolitiCaém e do Portal Elefante Verde, além de ser admirador da arte política com ideais.


terça-feira, 7 de maio de 2013

O que fazem nossos atuais vereadores...




Com base nas interações mútuas, os extremos (se assim podemos definir os vereadores de situação e oposição em Caém) já introduzem suas verdadeiras faces nesta nova jornada administrativa. Depois dum inicio trajado de normalidades e parcimônias habituais, nossos representantes já penetram àquela marcação de território que, embora margeie a redundância, não subsidia características desinteressantes. Através das armas disponíveis, todos tentam sobrevalorizar suas ações, mendigando, claramente, o velho e clássico comentário: “fulano, ao menos, faz alguma coisa”...

Aos fatos, me arremeto a destacar com júbilo e desprendido de tendências, inicialmente, a bancada de oposição. Apesar da mesma não dispor de estrutura suficiente para o acômodo de seus quatro “guerreiros” – um deles se acomoda na bancada adversária – esta se move de forma inteligente e hábil, ostentando desde a organização até a ação, tudo em sombra dos passos do executivo. O que é legítimo e inteiramente concebível ao dever do cargo de vereador, independente do objetivo político.

Criticar, fiscalizar, denunciar, elogiar... Por mais que os vereadores, em foco os de nossa terra, historicamente teimem pela velha e arcaica política, ao qual se diz sempre “SIM” quando pertence à situação; e “NÃO” quando frequenta solo opositor, queremos ser surpreendidos pela consolidação das práticas dos supracitados verbos-deveres, a que é submetido um vereador, independente de seu lado partidário. Por mais que sejam vestígios que ainda distanciam do ideal, surpreendentemente, tenho visto atitudes interessantes na Câmara caenense, de coragem, respeito e alerta aos cidadãos. Ao que vemos nesta oposição legislativa, três coadjuvantes dão suporte para que seu líder (Pablo Piauhy), defensor perpétuo do ex-prefeito Gilberto Matos, na gestão anterior (ao qual muito o critiquei por isto), desenvolva suas características, agora, como franco atirador da oposição.

Enquanto isso, a bancada de situação, extenuada, luta para exercer seu fiel e histórico papel, a tentar proporcionar governabilidade ao prefeito e instituindo sua desconfiante participação. Respeitando o comportamento individual e o trabalho social/assistencialista que saneia, politicamente, cada um de seus mandatos, os vereadores da situação atual, juntos, infelizmente, não diferem de seus antecessores: estabelecem dependência ao prefeito, se constituem submissos e, automaticamente, dependem das articulações e estratégias do executivo, para se defenderem e executarem suas próprias funções.

 Com tanta submissão, me despertei a uma dúvida: quem paga o salário de um vereador, nós (cidadãos) ou os prefeitos? 

quinta-feira, 14 de março de 2013

A sabedoria do liderado em escolher seu líder



Rafael Muricy tem 26 anos, nasceu em Caém, é consultor em gestão pública, blogueiro e amante da arte política com ideais, sem imposições.







Entre as complexas observações que dotam o ser humano, as abordagens visuais são ímpares. Sempre, em momentos plurais, a vontade do acesso a vida alheia referencia uma das principais características nossas; nesse contexto permito-me tal indagação: o que nos faz tão curiosos? -uso a generalização por ênfase, entretanto, sabemos que os indivíduos se intercalam, em deter mais ou menos a característica supracitada.

Focando o que realmente interessa, o que me trás aqui é, simplesmente, os perfis e ideais que torneiam os líderes, em foco os nossos lideres, aqueles que margeiam a nossa realidade. De uma coisa temos que concordar, não basta querer, tem que ter dom, o dom de conquistar e manter a confiança constante de seus representados; o dom de atrair; o dom de orgulhar; enfim, o dom de tratar.

Voltando ao primeiro parágrafo, a lembrar dos espíritos observadores, perturbo-me a experimentar uma correlação elementar: os olhos (e muitas das vezes as línguas) dos OBSERVADORES de plantão tendem a atraírem-se para os DIRIGENTES, e deste relacionamento construirão suas importantíssimas conclusões -ou interrogações, do tipo, este é realmente um líder?

O fato é que a liderança é para poucos, suas versões trabalham sob a espontaneidade no trato com o povo, suas palavras se soltam sem pensar, como um simples piscar de olhos e as pessoas, automaticamente, tendem a lhe seguir. Tudo isso, de inicio, é observado e interpretado pelos seus potenciais seguidores. Se essa tal predominância, não for enxergada nas ruas, o chefe, fatalmente, regressará. Sem liderados, não há líderes.

Por fim, a ressaltar meus parceiros de causa, cumprimento de forma alegre a todos aqueles caenenses e simpatizantes que já integram ou integrarão um grupo unificado, formado por ideias e opiniões, com objetivos claros e firmes, solidamente ligado a nossa Caém. Para esclarecimento digo, temos um caminho a frente, e em todo seu meio, podemos discutir democraticamente através dos famosos liderados e líderes, de forma igual. Temos um futuro, e este pertence a nós!


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Salvador: Juventude caenense debate novos rumos da política




Um grupo de jovens caenenses se reuniu no último final de semana, em Salvador, para debater os novos rumos da política na querida Caém. Um dos pontos fundamentais no debate foi o argumento de que é necessário romper com o paradigma de uma política voltada para poucos, assistencialista, de promessas eleitoreiras. Nesta reunião, também ficou acordado algumas ações para difundir e fortalecer esse novo modo de fazer política, abrangendo qualquer cidadão da cidade.

Como foi levantado, juventude não é sinônimo de imaturidade, falácia que algumas pessoas (especialmente, políticos) tentam forjar para retirar a força criadora e modificadora dos jovens que buscam um futuro melhor para o município onde nasceram, viveram, cultivaram grandes amizades e construíram laços indissociáveis com cada pedacinho do lugar. No entanto, por diversas razões, como a própria política retrógrada e fajuta, tiveram que sair.

Estamos vivendo um momento ímpar na sociedade caenense. É notório que as pessoas não estão se acomodando e negligenciando os papéis de cidadão quando se deparam com as ações horrendas que são engendradas pelo chefe do executivo ou pelos integrantes do legislativo municipais. É necessário manter a vigília para termos, realmente, uma sociedade democrática, sem abusos à coisa pública. Prefeitura e Câmara municipais devem estar a serviço do povo e da cidade. Cada um devendo cumprir com os seus deveres para que possa, legitimamente, usufruir dos seus direitos.

A reunião foi bastante proveitosa e, como é o desejo de todo caenense que tem amor à terra: que uma verdadeira mudança, de fato, possa acontecer, porque palavras o vento e o tempo se encarregam de levar. Saudações do concidadão Daniel Mathias Cerqueira e da juventude caenense.

Por Mathias Cerqueira.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Depois da posse...





De frente ao reflexo dos fatos tudo parece simples, explicável. As ordens jamais se alteram, os moldes não fogem a perfeição, ao contrário dos defeitos, as qualidades pulsam com exorbitância e, por fim, a límpida amizade se mostra imponente. É, pena que não perdure tanto, logo a euforia passa, as artimanhas da política regressam, super-abastecidas pela fome de poder.

– Aonde este imprudente autor pretende chegar? Perguntam todos.
– Na realidade! Respondo.
Na história recente de nossa política, especificamente em 2012, vivemos e respiramos a política eleitoral, testemunhamos acordos imprevisíveis, porém, além de próximos de nossa realidade, são frágeis, como uma taça de cristal.
Aprendi que em mapas sempre se visualiza melhor as coisas, pensei na ideia, e abduzido a essa curiosidade, o fiz, com tal título: “Mapa político de Caém”; encontrei um embaraço espantoso, baseado exclusivamente na vontade, por vezes dotada de despreparo, que se estampa na cara de alguns “políticos” Caenenses.
Trazendo o assusto para a prática, tentei formular o cálculo do que o nosso prefeito, recém-empossado, teve de articular para domar os instintos humanos de outrem, bem antes de iniciar sua gestão. Antigamente o poder intimidava, hoje inspira. Notoriamente, de forma cronometrada pelas estratégias em construção, ou já construídas, em pouco tempo, as posições de alguns serão adotadas, como manda o planejamento, já pensando nas eleições de 2016. Não é delírio, é sobriedade pura, por sinal.
Pois é, os prazos dos acordos pré-eleitorais logo se aproximarão do vencimento e, como só existe uma vaga para o cargo de prefeito, o dissenso voltará a praticabilidade usual – ultrapassando as barreiras da ética, subtraindo ao máximo, do opositor, o poder de administrar, pregando a discórdia e, finalmente, sacramentando a sina do povo: ser distratado.
Mas ainda há tempo, minha gente. Enquanto as máscaras não caem, aproveitemos para desfrutar, deleitar das perspectivas admiráveis, agregadas a um mísero surto da competência imediatista, sempre praticada nos primórdios das gestões. Espero de coração, estar errado.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A posse


 
Estou feliz. Em pleno período turbulento, no que vive o mundo, o Brasil, penso que a renovação nos ares político-administrativos é extremamente benéfica. Está aí o motivo real da minha alegria: a troca de liderança, principalmente em solo Caenense.

Sei, invariavelmente, que este tipo de abordagem ainda estimula mazelas politiqueiras, aonde, mesmo se teimassem em existir, sob minha visão, seria apenas no processo eleitoral. Mas como não se institui uma teoria, tenho que me submeter, a argumentos sintéticos tipo:

- Ahhhh... agora ele quer se encostar;
- Humm... tá querendo uma besteirinha;
- Ahamm... Já está puxando o saco;
- Entre várias outras “piadinhas” que minha criatividade não conseguiu imaginar.

Voltando ao que interessa e colocando em pauta o que realmente acrescenta, prefiro acreditar no princípio verdadeiro e positivista do ser humano, enaltecer a criatividade dele e, por sua vez, depositar esperança em dias melhores a nossa terra. Vou neste caminho pelo fato da existência, genérica por enquanto, de algumas novas ideias, de uma estrutura menos coronelista e pela instauração simpática de um tratamento igualitário, respeitando o direito de escolha dos cidadãos.

Caém vive um momento crítico - permitindo-me um comentário pessoal – pela sua deficiência orçamentária, além da ausência de iniciativas geradoras de rendas extras, importantíssimas à sobrevivência qualificada de um pequeno município. Os problemas existem, não são poucos, mas, justamente para isso é que existem os líderes, os gestores, que conduzirão da melhor forma possível - pelo menos é o que se espera - os destinos de seus liderados.

Penso, sem querer influenciar, já o fazendo, que a introdução desse novo mandato pede intervenções estritamente administrativas, eximindo, de forma profunda, dos excessos. Medidas racionais como um bom planejamento, mesmo sendo quase que imperceptíveis aos olhos do povo, serão cruciais para uma alavancagem a curto ou médio prazo - nossa terra precisa claramente de um choque de gestão, a ponto de impactar no inicio, porém teremos respostar positivas no futuro. Se houver coragem, se faz!

Por fim, minhas demonstrações de esperança por uma grande melhora. A mim, como parte dos Caenenses, cai a responsabilidade de cobrar, vigiar, criticar, denunciar e parabenizar, conforme o momento. Estamos às margens de empossar um novo prefeito, e, anexa a este ato simbólico, segue a esperança, por parte de todos Caenenses de verdade, de termos uma cidade sempre melhor. Ao desafio!

 

Por Rafael Muricy.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mensagem de agradecimento do Prefeito eleito Arnaldinho Oliveira aos Caenenses.


Caros amigos e amigas caenenses,
Agradeço, em nome dos incansáveis militantes da nossa campanha, pelos votos recebidos de todos aqueles que não perderam a esperança e atenderam ao nosso convite para a construção de uma nova gestão, capaz de enfrentar as contradições e desafios de uma cidade tão bela quanto injusta.
Ao longo dos últimos meses, compartilhamos sonhos e ideais. Multiplicamos a coragem e a ousadia para lutar contra inimigos que muitas vezes eram invisíveis, mas sabíamos que existia. Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos, e a importante vitória que conquistamos mostra a força de um projeto coletivo de amor e respeito por Caém.
Em incontáveis visitas alistamos pessoas dos mais diferentes “campos de batalha”: foram estudantes, idosos, funcionários públicos, trabalhadores rurais, gestores da educação, e tantos outros grupos que ficaria impossível mencionar todos.
Arrisco-me a imaginar em realizar o sonho do coletivo, da unidade, do indivisível, independente de lado partidário: do Caém!
Foi à política dos miúdos contra os graúdos, dos milhões contra os tostões, do moinho contra o “obaaa...”: agora será o mandato da renovação e do ressurgimento de uma cidade que nunca deveria ter deixado ser “Caém-BA, meu orgulho!!!”
Minha campanha não seria a mesma sem o apoio de minha família (alicerce da vida de qualquer pessoa), dos meus amigos (militantes fieis e incansáveis) e do povo caenense que acreditou em Arnaldinho e Bruno como uma nova forma de se fazer política, sem agressões e politicagens, prezando o olho no olho, dialogando com os eleitores de maneira franca e propositiva.
Por isso, reafirmo o meu compromisso com as propostas apresentadas. Espero construir um mandato transparente, participativo e colaborativo, enriquecido com a certeza que não medirei esforços para trabalhar e lutar pelo bem comum de todo o povo caenense.
Muito obrigado! Vocês fazem parte dessa história!
Arnaldo Oliveira Filho.

(O texto acima é de total responsabilidade do autor.)
Atenciosamente, Equipe PolitiCaém.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O Desafio...



Acabou... digo, começou. Findou o processo eleitoral que definiu nossos representantes durante o período 2013/2016, e em nós, que sempre depositamos esperanças em uma Caém de futuro melhor, vive a realidade das inúmeras dificuldades e desafios que precisarão de cargas de responsabilidade e competência para margear a superação. Após dois momentos plásticos, porém não pouco importantes para a democracia – a campanha eleitoral e a comemoração da vitória, nas urnas – se inicia a fase real, caracterizada pela imensa representatividade que deverá ser incorporada com sobriedade pelo nosso novo gestor.
O povo Caenense, mais uma vez, demonstrou sua força e apesar das opiniões contraditórias, típicas de um grande regime, a maioria se estabeleceu. A tristeza ou alegria; a conivência ou discordância; enfim, a crença ou incredulidade devem ceder a torcida positiva e, principalmente, as ações de fiscalização e acompanhamento do novo governo. Caém necessita de alma coletiva, como a pertinente em períodos eleitorais, para forçar a condução de um governo justo, honesto, para todos, sem as mesquinhagens tradicionais, a visualizar, apenas, os que acreditaram em suas propostas.
Pelos poucos, porém importantes momentos que tive a possibilidade de interagir com o candidato eleito, Arnaldinho Oliveira, vi, como pontuei em algumas citações anteriores, muito cuidado com as palavras e uma incrível customização, de acordo com o perfil do eleitor abordado, na arte de pedir o voto. Isso, na minha humilde opinião, fez a diferença, e o convencimento obteve resultados surpreendentes.
Ao prefeito eleito peço, uso até a suplicação – exercite o que um administrador competente age em uma sobrevivente empresa, emprestando sua experiência e sabedoria para o uso de atribuições futuristas, contrapondo ao exercício retrogrado e imediatista; e a sobriedade de usar a “caneta” para o bem, sem as naturais perseguições e vinganças, simplesmente por não atingir a unanimidade.
Pelo ímpeto, pela sabia leitura do momento eleitoral de nossa terra e, com destaque, pelo grande respeito que tenho as escolhas do povo Caenense, tenho a obrigação e responsabilidade de parabenizar e depositar força ao novo prefeito, ao prefeito de todos – grande mandato a você Arnaldinho.
Por fim clamo aos vereadores eleitos, que são independentes, e para isso são remunerados: exercitem o apoio as grandes decisões do executivo e abatam, fortemente, as más. Saibam, nós estamos dispostos a assim agirmos. Caém tem um povo corajoso, e vocês eleitos, neste momento, são a prova clara disto. À luta Caém!