quinta-feira, 14 de março de 2013

A sabedoria do liderado em escolher seu líder



Rafael Muricy tem 26 anos, nasceu em Caém, é consultor em gestão pública, blogueiro e amante da arte política com ideais, sem imposições.







Entre as complexas observações que dotam o ser humano, as abordagens visuais são ímpares. Sempre, em momentos plurais, a vontade do acesso a vida alheia referencia uma das principais características nossas; nesse contexto permito-me tal indagação: o que nos faz tão curiosos? -uso a generalização por ênfase, entretanto, sabemos que os indivíduos se intercalam, em deter mais ou menos a característica supracitada.

Focando o que realmente interessa, o que me trás aqui é, simplesmente, os perfis e ideais que torneiam os líderes, em foco os nossos lideres, aqueles que margeiam a nossa realidade. De uma coisa temos que concordar, não basta querer, tem que ter dom, o dom de conquistar e manter a confiança constante de seus representados; o dom de atrair; o dom de orgulhar; enfim, o dom de tratar.

Voltando ao primeiro parágrafo, a lembrar dos espíritos observadores, perturbo-me a experimentar uma correlação elementar: os olhos (e muitas das vezes as línguas) dos OBSERVADORES de plantão tendem a atraírem-se para os DIRIGENTES, e deste relacionamento construirão suas importantíssimas conclusões -ou interrogações, do tipo, este é realmente um líder?

O fato é que a liderança é para poucos, suas versões trabalham sob a espontaneidade no trato com o povo, suas palavras se soltam sem pensar, como um simples piscar de olhos e as pessoas, automaticamente, tendem a lhe seguir. Tudo isso, de inicio, é observado e interpretado pelos seus potenciais seguidores. Se essa tal predominância, não for enxergada nas ruas, o chefe, fatalmente, regressará. Sem liderados, não há líderes.

Por fim, a ressaltar meus parceiros de causa, cumprimento de forma alegre a todos aqueles caenenses e simpatizantes que já integram ou integrarão um grupo unificado, formado por ideias e opiniões, com objetivos claros e firmes, solidamente ligado a nossa Caém. Para esclarecimento digo, temos um caminho a frente, e em todo seu meio, podemos discutir democraticamente através dos famosos liderados e líderes, de forma igual. Temos um futuro, e este pertence a nós!


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Salvador: Juventude caenense debate novos rumos da política




Um grupo de jovens caenenses se reuniu no último final de semana, em Salvador, para debater os novos rumos da política na querida Caém. Um dos pontos fundamentais no debate foi o argumento de que é necessário romper com o paradigma de uma política voltada para poucos, assistencialista, de promessas eleitoreiras. Nesta reunião, também ficou acordado algumas ações para difundir e fortalecer esse novo modo de fazer política, abrangendo qualquer cidadão da cidade.

Como foi levantado, juventude não é sinônimo de imaturidade, falácia que algumas pessoas (especialmente, políticos) tentam forjar para retirar a força criadora e modificadora dos jovens que buscam um futuro melhor para o município onde nasceram, viveram, cultivaram grandes amizades e construíram laços indissociáveis com cada pedacinho do lugar. No entanto, por diversas razões, como a própria política retrógrada e fajuta, tiveram que sair.

Estamos vivendo um momento ímpar na sociedade caenense. É notório que as pessoas não estão se acomodando e negligenciando os papéis de cidadão quando se deparam com as ações horrendas que são engendradas pelo chefe do executivo ou pelos integrantes do legislativo municipais. É necessário manter a vigília para termos, realmente, uma sociedade democrática, sem abusos à coisa pública. Prefeitura e Câmara municipais devem estar a serviço do povo e da cidade. Cada um devendo cumprir com os seus deveres para que possa, legitimamente, usufruir dos seus direitos.

A reunião foi bastante proveitosa e, como é o desejo de todo caenense que tem amor à terra: que uma verdadeira mudança, de fato, possa acontecer, porque palavras o vento e o tempo se encarregam de levar. Saudações do concidadão Daniel Mathias Cerqueira e da juventude caenense.

Por Mathias Cerqueira.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Depois da posse...





De frente ao reflexo dos fatos tudo parece simples, explicável. As ordens jamais se alteram, os moldes não fogem a perfeição, ao contrário dos defeitos, as qualidades pulsam com exorbitância e, por fim, a límpida amizade se mostra imponente. É, pena que não perdure tanto, logo a euforia passa, as artimanhas da política regressam, super-abastecidas pela fome de poder.

– Aonde este imprudente autor pretende chegar? Perguntam todos.
– Na realidade! Respondo.
Na história recente de nossa política, especificamente em 2012, vivemos e respiramos a política eleitoral, testemunhamos acordos imprevisíveis, porém, além de próximos de nossa realidade, são frágeis, como uma taça de cristal.
Aprendi que em mapas sempre se visualiza melhor as coisas, pensei na ideia, e abduzido a essa curiosidade, o fiz, com tal título: “Mapa político de Caém”; encontrei um embaraço espantoso, baseado exclusivamente na vontade, por vezes dotada de despreparo, que se estampa na cara de alguns “políticos” Caenenses.
Trazendo o assusto para a prática, tentei formular o cálculo do que o nosso prefeito, recém-empossado, teve de articular para domar os instintos humanos de outrem, bem antes de iniciar sua gestão. Antigamente o poder intimidava, hoje inspira. Notoriamente, de forma cronometrada pelas estratégias em construção, ou já construídas, em pouco tempo, as posições de alguns serão adotadas, como manda o planejamento, já pensando nas eleições de 2016. Não é delírio, é sobriedade pura, por sinal.
Pois é, os prazos dos acordos pré-eleitorais logo se aproximarão do vencimento e, como só existe uma vaga para o cargo de prefeito, o dissenso voltará a praticabilidade usual – ultrapassando as barreiras da ética, subtraindo ao máximo, do opositor, o poder de administrar, pregando a discórdia e, finalmente, sacramentando a sina do povo: ser distratado.
Mas ainda há tempo, minha gente. Enquanto as máscaras não caem, aproveitemos para desfrutar, deleitar das perspectivas admiráveis, agregadas a um mísero surto da competência imediatista, sempre praticada nos primórdios das gestões. Espero de coração, estar errado.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

A posse


 
Estou feliz. Em pleno período turbulento, no que vive o mundo, o Brasil, penso que a renovação nos ares político-administrativos é extremamente benéfica. Está aí o motivo real da minha alegria: a troca de liderança, principalmente em solo Caenense.

Sei, invariavelmente, que este tipo de abordagem ainda estimula mazelas politiqueiras, aonde, mesmo se teimassem em existir, sob minha visão, seria apenas no processo eleitoral. Mas como não se institui uma teoria, tenho que me submeter, a argumentos sintéticos tipo:

- Ahhhh... agora ele quer se encostar;
- Humm... tá querendo uma besteirinha;
- Ahamm... Já está puxando o saco;
- Entre várias outras “piadinhas” que minha criatividade não conseguiu imaginar.

Voltando ao que interessa e colocando em pauta o que realmente acrescenta, prefiro acreditar no princípio verdadeiro e positivista do ser humano, enaltecer a criatividade dele e, por sua vez, depositar esperança em dias melhores a nossa terra. Vou neste caminho pelo fato da existência, genérica por enquanto, de algumas novas ideias, de uma estrutura menos coronelista e pela instauração simpática de um tratamento igualitário, respeitando o direito de escolha dos cidadãos.

Caém vive um momento crítico - permitindo-me um comentário pessoal – pela sua deficiência orçamentária, além da ausência de iniciativas geradoras de rendas extras, importantíssimas à sobrevivência qualificada de um pequeno município. Os problemas existem, não são poucos, mas, justamente para isso é que existem os líderes, os gestores, que conduzirão da melhor forma possível - pelo menos é o que se espera - os destinos de seus liderados.

Penso, sem querer influenciar, já o fazendo, que a introdução desse novo mandato pede intervenções estritamente administrativas, eximindo, de forma profunda, dos excessos. Medidas racionais como um bom planejamento, mesmo sendo quase que imperceptíveis aos olhos do povo, serão cruciais para uma alavancagem a curto ou médio prazo - nossa terra precisa claramente de um choque de gestão, a ponto de impactar no inicio, porém teremos respostar positivas no futuro. Se houver coragem, se faz!

Por fim, minhas demonstrações de esperança por uma grande melhora. A mim, como parte dos Caenenses, cai a responsabilidade de cobrar, vigiar, criticar, denunciar e parabenizar, conforme o momento. Estamos às margens de empossar um novo prefeito, e, anexa a este ato simbólico, segue a esperança, por parte de todos Caenenses de verdade, de termos uma cidade sempre melhor. Ao desafio!

 

Por Rafael Muricy.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Mensagem de agradecimento do Prefeito eleito Arnaldinho Oliveira aos Caenenses.


Caros amigos e amigas caenenses,
Agradeço, em nome dos incansáveis militantes da nossa campanha, pelos votos recebidos de todos aqueles que não perderam a esperança e atenderam ao nosso convite para a construção de uma nova gestão, capaz de enfrentar as contradições e desafios de uma cidade tão bela quanto injusta.
Ao longo dos últimos meses, compartilhamos sonhos e ideais. Multiplicamos a coragem e a ousadia para lutar contra inimigos que muitas vezes eram invisíveis, mas sabíamos que existia. Nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos, e a importante vitória que conquistamos mostra a força de um projeto coletivo de amor e respeito por Caém.
Em incontáveis visitas alistamos pessoas dos mais diferentes “campos de batalha”: foram estudantes, idosos, funcionários públicos, trabalhadores rurais, gestores da educação, e tantos outros grupos que ficaria impossível mencionar todos.
Arrisco-me a imaginar em realizar o sonho do coletivo, da unidade, do indivisível, independente de lado partidário: do Caém!
Foi à política dos miúdos contra os graúdos, dos milhões contra os tostões, do moinho contra o “obaaa...”: agora será o mandato da renovação e do ressurgimento de uma cidade que nunca deveria ter deixado ser “Caém-BA, meu orgulho!!!”
Minha campanha não seria a mesma sem o apoio de minha família (alicerce da vida de qualquer pessoa), dos meus amigos (militantes fieis e incansáveis) e do povo caenense que acreditou em Arnaldinho e Bruno como uma nova forma de se fazer política, sem agressões e politicagens, prezando o olho no olho, dialogando com os eleitores de maneira franca e propositiva.
Por isso, reafirmo o meu compromisso com as propostas apresentadas. Espero construir um mandato transparente, participativo e colaborativo, enriquecido com a certeza que não medirei esforços para trabalhar e lutar pelo bem comum de todo o povo caenense.
Muito obrigado! Vocês fazem parte dessa história!
Arnaldo Oliveira Filho.

(O texto acima é de total responsabilidade do autor.)
Atenciosamente, Equipe PolitiCaém.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O Desafio...



Acabou... digo, começou. Findou o processo eleitoral que definiu nossos representantes durante o período 2013/2016, e em nós, que sempre depositamos esperanças em uma Caém de futuro melhor, vive a realidade das inúmeras dificuldades e desafios que precisarão de cargas de responsabilidade e competência para margear a superação. Após dois momentos plásticos, porém não pouco importantes para a democracia – a campanha eleitoral e a comemoração da vitória, nas urnas – se inicia a fase real, caracterizada pela imensa representatividade que deverá ser incorporada com sobriedade pelo nosso novo gestor.
O povo Caenense, mais uma vez, demonstrou sua força e apesar das opiniões contraditórias, típicas de um grande regime, a maioria se estabeleceu. A tristeza ou alegria; a conivência ou discordância; enfim, a crença ou incredulidade devem ceder a torcida positiva e, principalmente, as ações de fiscalização e acompanhamento do novo governo. Caém necessita de alma coletiva, como a pertinente em períodos eleitorais, para forçar a condução de um governo justo, honesto, para todos, sem as mesquinhagens tradicionais, a visualizar, apenas, os que acreditaram em suas propostas.
Pelos poucos, porém importantes momentos que tive a possibilidade de interagir com o candidato eleito, Arnaldinho Oliveira, vi, como pontuei em algumas citações anteriores, muito cuidado com as palavras e uma incrível customização, de acordo com o perfil do eleitor abordado, na arte de pedir o voto. Isso, na minha humilde opinião, fez a diferença, e o convencimento obteve resultados surpreendentes.
Ao prefeito eleito peço, uso até a suplicação – exercite o que um administrador competente age em uma sobrevivente empresa, emprestando sua experiência e sabedoria para o uso de atribuições futuristas, contrapondo ao exercício retrogrado e imediatista; e a sobriedade de usar a “caneta” para o bem, sem as naturais perseguições e vinganças, simplesmente por não atingir a unanimidade.
Pelo ímpeto, pela sabia leitura do momento eleitoral de nossa terra e, com destaque, pelo grande respeito que tenho as escolhas do povo Caenense, tenho a obrigação e responsabilidade de parabenizar e depositar força ao novo prefeito, ao prefeito de todos – grande mandato a você Arnaldinho.
Por fim clamo aos vereadores eleitos, que são independentes, e para isso são remunerados: exercitem o apoio as grandes decisões do executivo e abatam, fortemente, as más. Saibam, nós estamos dispostos a assim agirmos. Caém tem um povo corajoso, e vocês eleitos, neste momento, são a prova clara disto. À luta Caém!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O que vemos hoje nas eleições Caenenses.



Entre percalços esclarecidos pelo momento, Caém se vê, em meio a um de seus setembros tradicionalmente mornos, agitado, pelos grandes eventos eleitoreiros; e temeroso pelas potenciais definições que a pouco acontecerão. Admito-me admirado pelo retrato atual dessa “política” – como tradicionalmente são definidos, em nossa Caém, os períodos eleitorais –.
Adentrando na disputa, muitos relatos merecem ressaltos. Tradicionalmente, independendo das classificações desses dois candidatos, tampouco de onde e quando vieram, o afunilamento das campanhas eleitorais de nossa terra, sempre se caracterizou pelo vigor de suas competições, contudo, em momentos atuais, não absorvemos características diferentes, Edgar Moreira e Arnaldinho Oliveira, figuras tarimbadas, exclusivamente pelos sobrenomes tradicionais que carregam, se arremetem aos desafios estimulados de um para o outro. Disputa forte, estimulante, me arrisco até defini-la como questão de honra para ambos.
O desenho deste desafio que os dois agarraram, define-se pela pobreza de popularidade, porém, como de costume em nossa medíocre sociedade, o fenômeno da “obrigatoriedade” de tomar partido e, principalmente, o pecuniarismo tratou de resolver à problemática, e as tendências populares, como propõe a física, procuraram seguir em circunstancias vetoriais. Vejo de forma clara a existência das chamadas rejeições e, fixando neste fundamento, parte considerável do eleitorado se decide pela incompatibilidade, por motivos variados, ao candidato opositor – inexiste, de ambos os lados, uma militância espontânea, fenômeno facilmente explicado pelo fraco histórico político-ideológico dos dois atuais pleiteadores do executivo Caenense.
A fotografia sintética – num esclarecimento misturado aos fatos contemporâneos – dessas eleições, a faltar quase 20 dias para a definição do pleito, se mostra surpreendente. A princípio, sem a presença de um simples opositor e, aparentemente, detendo o controle da maioria da população, Edgar Moreira, tinha o caminho livre para se consolidar a mandatário do município de Caém, entretanto, após turbulentas negociações, regadas a desentendimentos segmentados, a oposição, na marra, formou, no último momento, uma improvisada chapa majoritária, constituída por Arnaldinho Oliveira e o jovem Bruno, grande cara, de futuro, confuso as vezes, mas a quem tenho grande admiração. Assim, ao caminhar inicialmente neste contexto, com as cartas na mesa, começou um jogo, a princípio, pré-decidido, mas, por falta de habilidade da situação, emparelhou.
Como características, temos muitas, em somente dois candidatos. Os prefeituráveis, detêm personalidades infinitamente opostas, sinto que isto definiu o crescimento súbito do grupo opositor, fenômeno ocorrente nestes últimos meses da eleição. Moreira age com honestidade transbordante e reage com muitos excessos; Oliveira é calculista e pensa muito antes falar e/ou agir. Ao seguir este raciocínio, podemos moldar e reconhecer o caminho a que tomou esta disputa. Para se estabilizar no mundo obscuro e complexo da política, principalmente em momentos de conquista, é necessário a pratica da arte teatral, e, nessas intermináveis cenas conjugais, o candidato deve sempre interpretar o “mocinho”.
Pra encerrar, defino esta eleição “traiçoeira”, porém com um simples desequilibrador: o prefeito atual, que mesmo com sua administração pouco inspirada, imediatista e desprovida de ações visionárias, seu estilo político, enfeitiçou o povo Canenense. Pra isso não vemos explicações, temos fatos. À luta Caenenses!


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Às próximas eleições. Sim, elas chegarão.



Estava com vontade de escrever nessa semana, mas como não nasci rico, tive que trabalhar, alias, tenho que trabalhar. Enfim encontrei um tempo com a cabeça boa, para relacionar minhas ideias e sentimentos aos que teimam em nos seguir, em seguir o PolitiCaém. Como o dia é da independência, o escolhi como tema, e, como de costume, seguirei nossa sina de correlacionar tudo a nossa bendita política, agora principalmente, por presenciarmos efervescentes momentos, de modo que os nervos estão a flor da pele.

Ao trilhar pela margem desse marco, pensei na tal liberdade bebida por Caém, e guiando-se pela lógica, no usufruto factual dos acontecimentos. Não sei o que os postulantes ou detentores do poder pensam a respeito, mas, antes de tudo, eles precisam de conscientização ou, pelos menos, de sensibilidade com a situação de nossa terra. Diante destes entre outros recursos que também podem ser explorados, concluí e confirmei minha teoria: nossa Caém precisa de um Pai. Porém, quando digo pai, reflito àquele que faz sem querer nada em troca, que trata seu filho com carinho, que investe no seu futuro sem descuidar de seu presente, enfim, refiro-me ao prazer que as boas ações podem proporcionar.

Então, conduzido pelo instinto e pelas ultrapassadas e/ou inexistentes ideias que ainda optam pelo comparecimento, militemos pelo arregalar dos olhos de nossos pares contemporâneos, e através das palavras e escritas, sempre induzidas pelo poder inexorável da política, contemplaremos os dias futuros de Caém. Agora é pra valer! Temos o conceito, a ideia, a palavra, o sangue, o amor por Caém e seu povo, a raça, a coragem, a hombridade biônica e, principalmente, a juventude – nós sabemos quem somos e o que queremos. Pela liberdade real de nossa terra, atrelada a um projeto interpessoal e intransferível, independente do líder; e pela antecedência de um mês, do último pobre pleito, no que tange a historicidade político-eleitoral Caenense, estabeleceremos o nosso jeito, o novo jeito de se fazer política.

Tantas necessidades, tantos problemas, tantas deficiências... basta olharmos, mesmo que sem demasia, para nossa cidade, vemos os desafios que devemos, podemos e temos que ultrapassar. A demagogia, guiada aos interesses vaidosos e pessoais, travestidas de “boas ações”, já deu.

A respeito desta eleição, por fim, sugiro que pensemos na competência com coragem, para poder executar; na honestidade com boas influências, para poder administrar; e no amor com proximidade, para poder visualizar. Precisamos, neste momento, de um líder presente, que desmembre-se como seguro, comprometido e empreendedor, pelo próprio conceito popular. Pense nisso.

domingo, 26 de agosto de 2012

Especial eleições 2012

O PolitiCaém cumprimenta todos os Caenenses e lança a partir desta data, em parceria com o povo de nossa terra, o projeto de cobertura, do nosso modo, das eleições municipais.

Entrevistas, curiosidades, pesquisas, tudo sob o ponto de vista de quem enxerga a política de outra forma, com verdade e ideologia.

Acompanhe, participe, vamos promover a festa da democracia, sempre vislumbrando um futuro próximo de novas e competentes ideias.


Grande abraço da Equipe,

PolitiCaém | O Blog da política Caenense.